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O que a confirmação do La Niña pode representar para o clima no Brasil?

Nesta quinta-feira (9), a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) - agência governamental estadunidense de monitoramento - confirmou a presença do fenômeno La Niña no Oceano Pacífico.

Nesta quinta-feira (9), a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) – agência governamental estadunidense de monitoramento – confirmou a presença do fenômeno La Niña no Oceano Pacífico.

Já esperada por meteorologistas do mundo todo, a oficialização indica que o planeta está sob influência de um resfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial central e oriental, o que impacta padrões climáticos globalmente

Segundo a NOAA, o evento teve início em dezembro do ano passado e, até o momento, é considerado fraco e de curta duração. As previsões são de que ele perdure até o próximo mês de maio.

Apesar de sua intensidade fraca, o La Niña pode ter impactos significativos no clima do Brasil. De acordo com a MetSul Meteorologia, o fenômeno pode causar redução de chuvas em áreas do Sul do país e aumentar as precipitações no Norte e no Nordeste.

As condições características do fenômeno devem começar a ser percebidas ainda neste mês de janeiro. A MetSul alerta para o “alto risco de áreas do Sul do país enfrentarem déficit de precipitação, o que vai afetar a agricultura em diversos municípios com perda de produtividade em milho e soja.”

Especialmente no Rio Grande do Sul, mesmo com toda a umidade acumulada no solo durante o ano de 2024, o período prolongado de tempo seco e as altas temperaturas trazido pelo fenômeno podem prejudicar a prática agrícola.

O La Niña também pode influenciar as temperaturas em território nacional. No Sul, a tendência é de maior ingresso de massas de ar frio, aumentando a probabilidade de ondas de calor e temperaturas extremas durante o verão.

É importante lembrar que, embora o La Niña seja um fator importante na previsão climática, outros elementos, como as mudanças climáticas, também exercem influência nos padrões de temperatura e precipitação.

Além disso, o La Niña não impacta apenas a chuva e a temperatura. O fenômeno também pode influenciar a ocorrência de eventos climáticos extremos, como enchentes e inundações, mesmo em regiões com déficit de precipitação.

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