Dólar
R$ 4.96 Sem alteração
Euro
5.804 Sem alteração
Brasília
23°C 27°C 16°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

VIDA

Ato pelo fim da violência policial acontece nesta terça (17), em Brasília (DF)

Organizações do movimento negro no Distrito Federal realizarão ato pelo fim da violência policial nesta terça-feira (17), às 18h, na Rodoviária do Plano Piloto.

Organizações do movimento negro no Distrito Federal realizarão ato pelo fim da violência policial nesta terça-feira (17), às 18h, na Rodoviária do Plano Piloto. A aula pública será seguida pela entrega de uma carta com as reivindicações dos coletivos aos órgãos públicos e parlamentares.

Um dos apelos é a obrigatoriedade do uso de câmeras pelos policiais militares. O ato acontece em meio a uma escalada da letalidade policial em todo país, que vem à tona por meio de imagens registradas tanto pela população, quanto por câmeras de segurança de estabelecimentos e de residências e câmeras corporais dos agentes.

“É importante levar esse debate para um local que tenha bastante pessoas para que possamos refletir juntos e mostrar que a violência policial não é uma coisa que acontece apenas em grandes periferias de São Paulo e Rio de Janeiro, mas também em Brasília”, destaca Brenna Vilanova, graduanda em Ciências Sociais na Universidade de Brasília (UnB) e militante do Movimento Negro Unificado (MNU).

De janeiro a dezembro deste ano, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Câmara Legislativa do DF (CLDF) recebeu 50 denúncias de violência policial.

:: Comissão de Direitos Humanos da CLDF recebeu mais de 2,3 mil denúncias em 2024 ::

“Os casos de jovens negros assassinados [no DF], na maioria das vezes, são sistematicamente encobertos, seja pela mídia ou pelas instituições policiais”, afirma Vilanova. “Eu julgo isso como uma coisa muito perigosa e violenta, porque é uma violência que não está sendo tratada como deveria ser”, avalia.

O grupo também luta por reparação para as vítimas da violência policial e pela criação de núcleos de apoio. Os manifestantes, que se concentrarão em frente às escadas do metrô, também lutam por reparação para as vítimas da violência policial e pela criação de núcleos de apoio.

“Não estamos falando somente de uma violência pontual. É um projeto de extermínio da juventude negra, da população negra e de toda a população periférica. É um processo de eugenismo”, defende a militante do MNU.

:: :

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57