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Vivandeiras querem “rememorar” ditadura militar em 1º de abril, dia do golpe

Organizadores são militares da reserva entusiastas do ex-presidente Jair Bolsonaro

O Ministério Público Militar (MPM) foi acionado pela Ouvidoria do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para avaliar possíveis medidas contra um evento que pretende relembrar o golpe militar de 1964. A solenidade, organizada pelos clubes Naval, Militar e de Aeronáutica, está prevista para ocorrer no Rio de Janeiro e levanta dúvidas sobre sua possível natureza revisionista e antidemocrática. As informações são do UOL. 

Segundo o ofício enviado ao MPM, a celebração do golpe como um “movimento democrático” pode fortalecer narrativas que ameaçam a estabilidade institucional. A programação inclui uma palestra do desembargador aposentado Sebastião Coelho da Silva, que já foi investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por incitação a atos golpistas.

Os organizadores do evento incluem militares da reserva, alguns alinhados aos discursos elaborados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República por crimes como tentativa de golpe de Estado. O MPM ainda não se manifestou sobre o pedido da Ouvidoria para garantir o respeito à ordem democrática e à Constituição.

Fonte: Portal Vermelho

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