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Fruta se come antes ou depois da refeição? Entenda

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Especialistas dão dicas de quais frutas comer em cada momento Alimentos com muitos nutrientes e variados benefícios para diferentes sistemas do corpo

Frutas devem ser comidas diariamente por quem busca uma vida saudável, mas pode surgir a dúvida se o consumo idealmente deve ser antes ou depois de uma refeição. Segundo especialistas, isso depende da preferência e do objetivo pretendido.

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Pote com salada de frutas

iStock

Mais importante do que se preocupar com o momento ideal é não deixar de consumir frutas, em quantidade e variedade que contribuam para o organismo.

— Se for antes da refeição, é ideal para quem deseja controlar o apetite ou tem uma digestão mais sensível. Neste caso, as frutas leves são boas escolhas. Após a refeição, é melhor para os que buscam uma sobremesa saudável ou querem aproveitar a refeição para potencializar a absorção de nutrientes — ensina o médico nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

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Ele dá as seguintes dicas de melhores frutas para cada momento:

Antes da refeição: coma frutas leves e ricas em águas e enzimas, como maçã, pera, mamão e melancia. Elas auxiliam no controle do apetite, facilitam a digestão e preparam o estômago para alimentos mais densos, o que contribui para uma refeição mais saudável e equilibrada;

Depois da refeição: escolha frutas que auxiliem na digestão, como abacaxi, laranja e kiwi, ou que complementem a refeição com antioxidantes e energia, como frutas vermelhas e banana.

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A nutricionista Rejane Viana defende que as frutas devem ser consumidas logo após o almoço ou o jantar. Isso tem os seguintes benefícios:

Otimiza a absorção do ferro não-heme, proveniente de grãos, como o feijão, o que é ideal para prevenir risco de anemia ou mesmo tratar tal condição. Laranja, goiaba, acerola, morangos e tangerina são bons exemplos. A vitamina C presente nas frutas frescas garante esse papel de melhorar absorção de ferro.

Já outras frutas como abacaxi e mamão possuem enzimas, bromelina e papaína, respectivamente, chamadas de “enzimas proteolítica”, que ajudam a quebrar e digerir alimentos proteicos, facilitando a digestão.

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Ela pondera, por outro lado, que frutas podem ser consumidas antes da refeição e até mesmo junto dela, pois frutas como maçã, pera, melancia e manga podem acompanhar saladas cruas, “possibilitando sabor doce e de textura crocante à refeição”.

A nutricionista Juliana Saldanha, do Departamento de Cardiometabolismo da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), pondera que o hábito é o fator decisivo para o momento ideal para consumo das frutas.

— A maioria das pessoas costuma comer frutas após a refeição, como se fosse uma sobremesa. E essa é uma boa forma de não ter tanta vontade de comer doce após uma refeição salgada. Outros preferem comer junto da refeição, porque gostam da mistura do sabor doce com o salgado. E outras pessoas acabam por comer antes, enquanto esperam, por exemplo, a refeição principal.

Fontes:

Juliana Saldanha é nutricionista do Departamento de Cardiometabolismo da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso). Formada em Nutrição pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tem especialização em Nutrição Clínica na Universidade Gama Filho, mestrado em Ciências Médicas na UFF e doutorado em Ciências Médicas na UFF, com período sanduíche na Université Claude Bernarde, em Lyon, na França.

Durval Ribas Filho é médico nutrólogo, fellow da The Obesity Society e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Graduado em Medicina na Faculdade de Medicina da Fundação Padre Albino, tem especializações em Clínica Médica, Endocrinologia, Nutrologia e Saúde Pública e mestrado e doutorado em Ciências da Saúde na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

Rejane Viana é formada em Nutrição pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atua como nutricionista clínica, com ênfase em cuidado intestinal, intolerâncias alimentares e gestão de peso. Tem mestrado em Bioquímica em Saúde pela Escola Superior de Saúde (ESS) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), em Portugal.

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