As cenas de pugilato ocorreram no Centro de Ensino Médio 04 do Guará I, onde o docente repreendeu a estudante por usar o celular durante a aula. O pai dela, insatisfeito com a repreensão, invadiu a sala de coordenação e agrediu Emerson com socos e chutes.
De acordo com a Polícia Civil do DF, o agressor foi detido em flagrante e liberado após depoimento. O professor passou por exames de corpo de delito e manifestou interesse em acionar o pai da aluna judicialmente. O caso segue sendo apurado.
Além disso, amigos da garota revelaram que ela usava o celular para suprir a falta de óculos adequados devido a questões financeiras, sendo essa situação já de conhecimento de outros professores.
Emerson Teixeira tem um canal no YouTube chamado “Professor Opressor”, repleto de vídeos apoiando Bolsonaro. Apagou diversos deles.
Teixeira já foi investigado pela Corregedoria da Secretaria de Educação do DF em 2018 por organizar um “churrasco” em sala de aula em apoio à eleição de Jair Bolsonaro.
Em junho de 2020, esteve envolvido nas investigações da Polícia Federal relacionadas aos atos golpistas contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
Na época, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em vários estados, incluindo o DF, durante a apuração de manifestações antidemocráticas. Ele costumava também ajudar Bolsonaro a assediar jornalistas nas coletivas do “cercadinho” em Brasília.
A Secretaria de Educação do DF afirmou estar acompanhando o caso, reforçando que repudia qualquer forma de violência no ambiente escolar. Em relação ao professor Emerson Teixeira, a pasta informou que o caso será apurado pela Corregedoria e que serão adotadas as medidas necessárias.
Fonte: Diário do Centro do Mundo




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