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Michelle surta, Cid entrega e Janja incomoda

De áudio vazado a jantar diplomático, a semana foi um desfile de crises na direita, com Michelle quebrando contrato, Bozo perdendo o controle e Janja ganhando espaço

CAPÍTULO 1: Fábio Wajngarten: traído por um áudio e chutado pela Barbie gospel

Vazou mais Mauro Cid, e agora virou podcast de tensão palaciana. No episódio da semana: ele e Wajngarten, ex-ministro e ex-assessor de mídia do Bozo, trocando figurinhas sobre o futuro da extrema-direita. Quando o nome de Michelle Bolsonaro surge como candidata, os dois suspiram fundo e dizem: “Ah, prefiro o Lula”.

Quebra de decoro? Não. Quebra de contrato mesmo: Michelle descobriu, enfureceu, e gritou igual Rainha de Copas com a Bíblia na mão: “Cortem-lhe a cabeça!” Resultado? Wajngarten demitido do PL, com um Pix cancelado de R$ 100 mil mensais. A língua dele era mais cara que plano odontológico empresarial!


CAPÍTULO 2: Janja x Michelle: O duelo que São Paulo não esperava (mas talvez mereça)

Enquanto isso, no maior colégio eleitoral do país, a esposa do ex-presidente divide as intenções de voto com a esposa do atual.
Isso mesmo, Michelle e Janja empatadas numa pesquisa pra Presidência.
O mais louco? Isso é em São Paulo, terra do agronegócio raiz e Tarcísio que ainda dorme de farda da PRF.

Se a política brasileira fosse um reality show, esse momento seria o crossover do século: “Mulheres de Presidentes em Guerra”, só que uma com look evangélico e a outra com pauta de direitos humanos.


CAPÍTULO 3: Mauro Cid, o Dumbledore do golpe

Cid, que já virou o HD externo do bolsonarismo, recebeu de Bozo uma mensagem lendária:
“Investigação sobre você é para ver se me pega.”
Gênio, né? Faltou só assinar com “Atenciosamente, Jair Messias Obstrução de Justiça”.

Com essa frase, Bolsonaro basicamente jogou o próprio CPF na gaveta da PF. E sim, funcionou: Mauro Cid é a testemunha central no crime de tentativa de golpe de Estado. Não foi por acaso que ele virou réu junto com a tropa.


CAPÍTULO 4: Jantar em Pequim, com Janja, Xi Jinping e um exposed do TikTok

E pra encerrar com comida no prato e tapa na mesa: Janja, no jantar com Xi Jinping, mandou na lata que o TikTok no Brasil tá servindo pra espalhar xenofobia e expor criança, tudo patrocinado pela extrema direita.
Veio direto, objetiva, primeira-dama com cargo moral de Ministra dos Bons Costumes Digitais.

E o que fez a direita? Surrou a Janja nos grupos, no Twitter, no esgoto. Chamaram de “gafe”, “vergonha internacional”, “interferência indevida”.
Mas olha a ironia: o mesmo gado que idolatra uma ex-primeira-dama que queria ser senadora sem abrir a boca, agora não aguenta uma mulher que fala demais.


SEXTILHA PRA FECHAR ESSA SEMANA DE SURTO:

O Cid virou arquivo,
E o Bozo se entregou,
A Janja foi assertiva,
E a Michelle foi quem gritou!
Se o futuro é feminino,
Que venha logo, meu bom!

#MichelleSurtaWajngartenDança
#JanjaDiplomaciaComDeboche
#BozoAutoIncriminado
#VemProX1
#BeijoNoOmbroTiroNoFascista

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