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Deu o que falar: confira algumas das maiores polêmicas do esporte olímpico em 2024

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Ano teve caos na Vila Olímpica, polêmica sobre gênero, doping de estrelas, atleta preso por tentar comprar cocaína e mais Atletas da maratona aquática nadam perto de esgoto no rio Sena

Como em todo ano olímpico, 2024 foi recheado de polêmicas dentro do mundo esportivo. Novela acerca da qualidade da água do Rio Sena, problemas na Vila Olímpica, questão de gênero no boxe, atleta preso por tentar comprar cocaína em Paris, juiz afastado das disputas olímpicas do surfe, casos de doping de estrelas do tênis mundial e muito mais. Muita coisa deu o que falar nesse ano tão movimentado, e o ge lista para você os assuntos mais polêmicos da temporada.

Poluição do Rio Sena

A qualidade da água do Rio Sena foi pauta ao longo de praticamente todo o ano. A despoluição do rio, que recebeu a cerimônia de abertura da Olimpíada, era uma das principais bandeiras dos Jogos de Paris. No entanto, a organização não obteve sucesso completo e correu-se o risco do cancelamento das provas do triatlo e da maratona aquática no local.

Sujeita do Rio Sena chamou atenção na Maratona Aquática

Mehmet Murat Onel/Anadolu via Getty Images

O triatlo teve sessões de treinamento canceladas, e o adiamento da prova em um dia. Depois de uma novela que não parecia ter fim, o Sena recebeu as modalidades. Entretanto, os atletas relataram muitos problemas de saúde após nadarem nas águas do rio. Atletas da maratona aquática chegaram a nadar próximo ao esgoto.

Nadadora brasileira expulsa da delegação olímpica

Ana Vieira fala pela primeira vez em seu Instagram após ser expulsa da delegação

Uma das principais polêmicas do ano foi a expulsão da nadadora brasileira Ana Vieira da delegação dos Jogos Olímpicos, por conta de casos de indisciplina. Ela deixou a Vila Olímpica sem autorização – ao lado do namorado Gabriel Santos -, e teve uma reação agressiva ao contestar mudanças na formação do revezamento. Ana teve que deixar Paris, enquanto Gabriel foi advertido e acatou a punição, permanecendo nos Jogos.

Ana Carolina Vieira, atleta de natação do Brasil

Reprodução

Problemas na Vila Olímpica

A Vila Olímpica foi outro grande problema da organização de Paris-2024. A comida foi um dos principais motivos de reclamação dos atletas, que alegaram escassez e má qualidade dos alimentos. Alguns esportistas, inclusive, chegaram a relatar a presença de vermes nos pratos.

Isaquias corneta a cama da vila olímpica: “Doído demais”

Também houve reclamação de calor nos quartos da Vila – não havia ar condicionado, mesmo com as altas temperaturas da capital francesa. As camas “antissexo” também foram motivo de insatisfação por parte dos atletas, assim como a falta de banheiros.

Os primeiros dias das Olimpíadas também foram marcados por desorganização no transporte dos atletas. Rayssa Leal, inclusive, teve que voltar de skate e táxi para a Vila Olímpica após esperar por quase três horas o ônibus oficial da organização.

Polêmica de gênero no boxe

Italiana Angela Carini abandona luta contra argelina Imane Khelif após 46 segundos

Um caso muito comentado durante as Olimpíadas foi o da questão de gênero no boxe. A argelina Imane Khelif e a taiwanesa Lin Yu-ting foram alvo de protestos e receberam diversos ataques por pretensamente não serem mulheres. Tudo se deu porque elas haviam sido desclassificadas do Mundial de boxe do ano anterior após reprovarem em testes de gênero da IBA (Associação Internacional de Boxe).

Elas tiveram apoio do Comitê Olímpico Internacional (COI) para seguir nas Olimpíadas, respaldadas por critérios médicos que indicaram que elas são, de fato, mulheres e não se trata de caso de atletas transgênero. As duas boxeadoras conquistaram a medalha de ouro em suas respectivas categorias. Ao final dos Jogos, Imane Khelif anunciou sua transferência para o boxe profissional.

Romênia x EUA na disputa de bronze do solo

A final do solo feminino foi uma das mais comentadas das Olimpíadas de Paris. Não só porque Rebeca Andrade superou Simone Biles e conquistou a medalha de ouro, mas também porque houve um grande impasse acerca do bronze. A princípio, a norte-americana Jordan Chiles conquistou a medalha. Ela e Biles, inclusive, protagonizaram uma das cenas mais icônicas dos Jogos Olímpicos ao reverenciarem Rebeca no pódio.

Rebeca Andrade é reverenciada por Simone Biles e Jordan Chiles no pódio do solo

Entretanto, alguns dias depois, a Corte Arbitral do Esporte (CAS) mudou a nota de Chiles por considerar irregular um recurso pedido pela equipe norte-americana. Assim, Chiles perdeu 0.100 de pontuação e caiu para a quinta colocação, sendo obrigada a devolver a medalha. A romena Ana Barbosu passou para o terceiro lugar e recebeu o bronze.

Afastamento de juiz australiano dos Jogos Olímpicos

Foto publicada em que aparecem, juntos, Ethan Ewing (surfista australiano) e Ben Lowe (árbitro australiano)

Reprodução / Instagram

Uma das grandes polêmicas esportivas que cercaram os Jogos Olímpicos envolveu o surfe. O juiz australiano Ben Lowe apareceu em uma foto ao lado do surfista Ethan Ewing nas redes sociais, o que gerou muitas críticas por parte da comunidade esportiva, em especial a brasileira – já que Ewing enfrentaria um brasileiro na semifinal. Após grande repercussão negativa, a Associação Internacional de Surfe (ISA) afastou o árbitro da competição.

Swiatek e Sinner envolvidos em caso de doping

O ano trouxe polêmica envolvendo dois dos principais tenistas da temporada: a polonesa Iga Swiatek (número 2 do mundo na WTA) e o italiano Jannik Sinner (número 1 da ATP). Eles foram flagrados em casos de doping e tiveram punições consideradas leves após comprovarem contaminação involuntária.

Sinner vence americano na final e é campeão do US Open

Sinner testou positivo para clostebol, enquanto Swiatek foi identificada com trimetazidina (TMZ). No caso do italiano, ele não chegou a receber suspensão e apenas perdeu os 400 pontos e a premiação que conquistou no Masters 1000 de Indian Wells. Já a polonesa ficou um mês fora das competições.

As penas foram criticadas por diversos tenistas – incluindo a brasileira Bia Haddad Maia -, que sugeriram tratamento desigual por parte das entidades reguladoras do esporte com outros casos de doping.

Campeã olímpica chicoteia cavalo

Veja momento em que britânica campeã no hipismo bate no cavalo

A britânica Charlotte Dujardin, dona de três ouros e seis medalhas olímpicas no hipismo, desistiu de disputar os Jogos de Paris depois que apareceu em um vídeo golpeando um cavalo com um chicote durante um treino. O incidente ocorreu há quatro anos, mas as imagens só vazaram neste ano. A Federação Equestre Internacional (FEI) suspendeu a atleta por seis meses. Uma ONG chegou a pedir o fim do hipismo nas Olimpíadas após o caso.

Australiano preso tentando comprar cocaína durante as Olimpíadas

Thomas Craig, jogador da seleção australiana de hóquei, concede entrevista após sair da prisão

REUTERS

O australiano Thomas Craig, jogador de hóquei sobre a grama, foi flagrado tentando comprar cocaína durante as Olimpíadas de Paris. Ele chegou a ser preso na capital francesa, mas acabou sendo liberado sem pagamento de fiança. Após os Jogos, o atleta foi suspenso por seis meses pela federação australiana.

Ginasta japonesa cortada das Olimpíadas por fumar

Ginasta Shoko Miyara não participará das Olimpíadas de Paris

Reuters

A ginasta japonesa Shoko Miyara foi cortada da Olimpíada de Paris por fumar e consumir bebida alcoólica. No Japão, a idade legal para uso de álcool e de nicotina é de 20 anos. Como a atleta tem 19 anos de idade, cometeu uma violação em seu país. Além disso, o código de conduta da equipe japonesa de ginástica proíbe beber e fumar, independente da idade.

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