A elite natalense vivia em céu de brigadeiro durante a semana.
No Plano Palumbo já circulava a notícia de que o processo que pede a cassação de Paulinho, suspenso no primeiro grau por uma decisão deveras controversa, terminaria numa pizza, após o TRE anular as provas obtidas pelo Ministério Público por meio de decisão em recurso sigiloso, a ser julgado no apagar das luzes de 2025.
Ocorre que o recurso, embora sigiloso, veio a público, e a mídia independente que resta em Natal divulgou a precariedade das alegações recursais, reconhecidas de modo expresso pelo próprio Ministério Público, inclusive.
Sem sigilo e com a publicidade tanto da controversa suspensão do primeiro grau quanto da fragilidade do recurso apresentado, o céu ficou nublado no Plano Palumbo.
Hoje, por 6 votos a 0, o TRE/RN rejeitou o pedido de anulação das provas obtidas pelo GAECO (Grupo de Combate ao Crime Organizado do MP) contra Paulinho Freire e Álvaro Dias.
As provas são irrefutáveis. A única esperança para o grupo paulinista era a anulação. E a anulação não veio.
Segundo apurado pelo nosso AGENTE CUBANO INFILTRADO em Petrópolis, a noite desta quinta foi de choro de ranger de dentes no Plano Palumbo.




Os comentários estão fechados.